quarta-feira, 2 de abril de 2014

O mercado da arte: a banalização da criação

Por Rodrigo Constantino


Sou um liberal, defensor do livre mercado, da globalização, do lucro como resultado legítimo de um serviço bem prestado ou um produto que atende à demanda dos consumidores. Mas isso não me impede, naturalmente, de lamentar a mercantilização de todas as esferas da vida humana. Mercado não é panaceia.

Exemplo óbvio: o amor não deveria estar à venda. Nem mesmo o sexo. Do ponto de vista legal é uma coisa, já que a mulher deve ter o direito de alugar o próprio corpo se assim desejar; do ponto de vista moral, qualquer liberal tem todo o direito de lamentar leilões de virgindade ou mesmo a prostituição. Liberalismo não é licenciosidade, libertinagem ou “vale-tudo”.

O mesmo vale para as artes, o alimento da alma, o pilar cultural que tenta fornecer à vida temporária e efêmera dos homens um toque de eternidade, um elo entre passado e futuro com base naquilo que é atemporal. Mas, de uns tempos para cá, vem ocorrendo uma banalização da criação artística, uma mercantilização de todo o processo envolvendo essa atividade que, até então, sempre foi vista como diferenciada. Um quadro não é uma banana.

Tenho escrito cada vez mais sobre o assunto, e já comentei aqui sobre uma ótima entrevista na Veja com o marchand Ralph Camargo, e aqui sobre um livro de Tom Wolfe que critica a Arte Moderna. O Segundo Caderno do GLOBO hoje também toca nesse tema, resenhando um novo documentário que acusa a commoditização do mercado artístico, dominado por milionários que ligam mais para o retorno monetário do que para o aspecto cultural da coisa.

Não vi o filme ainda, mas pelo trailer parece interessante. Seguem alguns trechos da reportagem:

Na visão tradicional e romântica, para se fazer arte são necessários um artista, poucos recursos e muita inspiração. Já na realidade do mercado internacional de arte, é preciso muito mais. Um galerista tem que adotar o artista, um investidor deve alocar os recursos para se realizar a obra, consultores tratam de espalhar a relevância daquela criação pelo mundo, e os leiloeiros cuidam para que ela seja vendida por muito dinheiro.


[...]

— Para a maioria das pessoas, a arte é um alimento para a alma. Mas, de repente, se transformou numa commodity, um item que é vendido ao redor do mundo como qualquer outro — diz, em entrevista por telefone, a cineasta francesa Marianne Lamour, diretora de “A corrida da arte”.

[...]

A diretora se recorda de uma conversa, numa feira em Hong Kong, sobre qual seria o artista mais importante do século XX. Ela esperava que alguém respondesse Picasso ou, numa visão menos tradicional, Andy Warhol. Mas se surpreendeu quando a maioria apontou Damien Hirst. “O tempo vai julgar o artista, mas o mercado já julgou o homem de negócios. Este é um gênio”, narra ela no documentário:

— O mais curioso é que em quatro anos muita coisa já mudou. Em 2010, quando começamos a filmar, era possível para um jornalista ir a feiras de arte e encontrar os grandes colecionadores e marchands. Mas, hoje, essas pessoas se tornaram tão ricas e glamourosas que as feiras são feitas de um jeito que elas não precisam se encontrar com ninguém de fora do seu círculo. É um mundo fechado e cada vez mais controlado pelos milionários.

Nada contra os milionários, muito menos contra seu direito de torrar milhões na porcaria que for. De gustibus non est disputandum. Lamento apenas o fato de que há uma crescente confusão acerca do que seja uma legítima obra de arte. Um tubarão no formol, por exemplo, não é. Por mais que tenha sido comprado por US$ 12 milhões…

Publicado na Revista Veja

sexta-feira, 7 de março de 2014

Em defesa de Roberto Carlos degustar um bifinho

Não gosto do Roberto Carlos, abomino todas as suas músicas de todas as fases desde a jovem guarda até essa fase carola-breganeja-caminhoneiro-empregada doméstica. É asqueroso como pessoa, seu sorriso amarelo soa mais falso do que uma nota de 11 reais (que o digam o seu biógrafo Paulo César de Araújo e também seu ex amigo Tremedeira). Entretanto, o patrulhamento ideológico e o bombardeio de críticas que tem recebido por ter posado de garoto propaganda da Friboi é de uma atrocidade, burrice e hipocrisia sem precedentes. Querem deixar o rei nu, querem despi-lo de seu terninho  azul.

Mas qual é o problema se ele durante anos foi vegetariano e agora mudou de opinião? E quem é carnívoro e de repente resolve ser vegetariano, daí pode? E qual é o problema se ele não deixou de ser vegetariano (possibilidade de 100%) e apenas representou um papel no comercial, por sinal muito mal feito? Será que atrizes e atores de novelas quando fazem propaganda de sabonetes, desodorantes e shampoos de peão de obra às seis da tarde usam mesmo aqueles produtos? É óbvio que não! Então essa perseguição ao rei só pode ser patrulhamento ideológico de ambientalistas ignorantes e safados de mesa de botequim.

Se Roberto Carlos deixou de ser vegetariano ou não é uma questão que só lhe diz respeito, ninguém tem nada com isso, é sua vida particular, ainda que exposta ao grande público e aos seus incondicionais fãs. Se o problema foi o alto valor do cachê, e daí? Ou alguém é ingênuo a tal ponto de achar que uma celebridade do quilate do rei faria qualquer comercial de TV de graça ou a preço de banana? O rei é caro e não poderia ser diferente.

Engraçado que alguns patetas no facebook e da impensa crucificam o rei alegando que ele vendeu os seus princípios ao voltar a degustar carne, ao mesmo tempo em que alegam que ele não deixou de ser vegetariano e fez o comercial somente por dinheiro! Santa incoerência! Acontece que mudar de opinião sobre preferências gastronômicas não é uma questão de princípios, mas de gosto pessoal. Eu como carne, então não tenho princípios? Ninguém pode falar simplesmente porque não conhece sobre os princípios de cada um por se tratar de assunto de foro íntimo. Só a própria pessoa é quem sabe de seus princípios.

Naturalmente que o rei não precisa de ninguém que o defenda nesse ponto, e nesse momento ele deve estar cagando para quem o critica por ter feito esse comercial. Sua condição de ícone absoluto popular o deixa blindado contra esse tipo de crítica. Ah, dirão muitos, que na condição de rei, sua credibilidade vai influenciar milhares de fãs a consumirem mais carnes e até mesmo converter veganos e vegetarianos. Ótimo, ponto pra Friboi, alvo atingido. E que o rei deguste seu medalhão em paz ao som de “O Portão”, o qual deveria ser fechado na cara de seus críticos e detratores.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

O que Wagner Moura tem em comum com Benicio del Toro?

O que o ator Wagner Moura tem em comum com o ator porto-riquenho Benicio del Toro? São dois pontos fortes e convergentes: O primeiro é que ambos são demasiadamente talentosos, arrisco-me a dizer que Moura leva até boa vantagem em relação a del Toro; o segundo ponto é a indigência mental de ambos quando o assunto é Política e História. Quando Moura e del Toro abrem a boca para se pronunciarem sobre política, quem está por perto deve tapar o nariz com todas as forças porque a coisa vai feder.

Até hoje, Wagner Moura procura se livrar obstinadamente do personagem Capitão Nascimento que interpretou no filme Tropa de Elite, aliás, o fez de maneira magistral. A imagem do militar duro que soca a botina em bandido sem dó nem piedade (e é assim mesmo que tem que ser feito) por isso que todos louvaram o filme, parece causar pesadelos no ator subtraindo-lhe noites de sono. Justamente por isso então ele entrou num processo desesperador de engajamento esquerdista anti-capitalista (ou seria esquerdopata?) de dar pena. Hoje quando se fala em ator engajado com o pior da esquerda, o primeiro nome que vem em mente é sem dúvida alguma o de Wagner Moura, pior que o Zé de Abreu. Apesar disso, Moura adora ganhar altos cachês para fazer propaganda na TV de empresas privadas de altíssimo nível.

Wagner Moura tem um projeto cinematográfico no qual estreará na direção. Trata-se da biografia sobre o guerrilheiro terrorista e assassino Carlos Marighella. Não tenho nada contra atores que interpretam no cinema os maiores assassinos da história da humanidade como foram Hitler, Mussolini, Stalin,  Che Guevara e outros tantos patifes e covardes tais como Olga Benário, Luis Carlos Prestes, Lamarca, Lampião etc. A questão é justamente a posição política do ator em relação a esses monstros  psicopatas. Creio que para um ator aceitar representar tipos dessa estirpe, é necessário e fundamental que ele tenha um vasto arsenal histórico dos fatos reais e da vida desses monstros.  Não é o caso de Wagner Moura nem de Benicio del Toro.

Em recente entrevista, o festival de abóboras que Moura cospe a respeito Marighella é de dar engulhos. Vejamos:

Quero revelar para o Brasil um sujeito que eu tenho muita admiração e que é um herói esquecido.

[...]

O Brasil tem isso, por uma questão da memória ou por culpa da direita ser muito forte no país, não mostrar pessoas que lutaram, que deram suas vidas pela liberdade, pela democracia. Politicamente, para mim, é muito importante falar sobre esse cara. E, ao mesmo tempo, ele é um cara magnético, interessante, forte.

[...]

Então, tá. Marighella herói esquecido? Esquecido sim (ainda bem), mas herói, jamais! Direita muito forte no país? Onde? Qual país será que Moura está se referindo? O Brasil é que não pode ser. Moura agora virou humorista a fazer escárnio de quem o entrevista  ou estava embriagado quando proferiu essa asneira. Faltou aí uma entrevistadora do porte de uma Marlen Gonzalez para reduzir Wagner Moura a pó de traque. Para quem não sabe, Marlen Gonzalez é a jornalista que esculhambou Benício del Toro. Aos fatos:

Benicio del Toro, interpretou no cinema o marginal assassino e psicopata Che Guevara. Foi convidado para uma entrevista na TV 41, oportunidade em que cuspiu quilos de abóboras tecendo loas ao assassino Che. Ao ser questionado pela jornalista cubana Marlen Gonzalez  se ele estava ciente de que Che quando encarregado da prisão de La Cabaña ordenou pessoalmente o fuzilamento sumário e sem julgamento de mais de 400 pessoas entre outras atrocidades, o ator porto-riquenho empalideceu, gaguejou, desconversou até ficar mudo e em silêncio mostrando total desconhecimento da história do assassino. Vejam abaixo a vexatória entrevista de del Toro.




Na entrevista concedida por Wagner Moura para baba ovos, faltou uma jornalista corajosa, do quilate de Marlen Gonzalez para desmascara-lo. Mas aqui no Brasil vermelho de foice e martelo quem teria cacife e coragem  para tanto? Quem perguntaria a Moura se ele sabe que Marighella foi um dos fundadores e chefe do grupo terrorista ALN que matou gente inocente no atacado e no varejo? Quem perguntaria a Moura se ele sabe que o terrorista Marighella elaborou o "Minimanual de Guerrilha Urbana" no qual defende explicitamente o terrorismo e o assassinato de soldados? Quem faria essas perguntas? Arrisco um palpite de que Rachel Sheherazade não seria uma má ideia para entrevistá-lo. Já imaginou Wagner Moura gaguejar e empalidecer diante de sua ignorância política tal como del Toro? Não há preço que pague. Torço morbidamente para que esse dia chegue em breve.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Eduardo Coutinho: Tratados flagelosóficos para curriola esquerdista

Faleceu de forma trágica no domingo passado o cineasta Eduardo Coutinho, assassinado pelo próprio filho. A trajetória de Coutinho no cinema nacional consolidou-se como competente documentarista. Foi autor de premiadas películas tais como, Cabra Marcado Para Morrer, Santo Forte, Edifício Master, Peões, Entreatos e muitos outros. Atuou também durante praticamente uma década na equipe do  programa Globo Repórter.

Coutinho sofria de uma grave doença  denominada esquerdismo. Era comunista empedernido e incurável. Ainda na década de 50, abandonou o curso de Direito para  estudar na França direção e montagem. Retornou ao Brasil na década de 60 trazendo debaixo do sovaco a obra Cadernos do Cárcere, de Antonio Gramsci decorada na ponta da língua. De imediato ligou-se ao movimento Cinema Novo e também ao sinistro Centro Popular de Cultura da União Nacional de Estudantes (CPC da UNE). A partir daí, feriu de morte a sétima arte com bandeiras vermelhas e panfletagem política.

Começou a filmar seu principal documentário “Cabra Marcado para Morrer”, filme em que conta a vida do líder camponês João Pedro Teixeira, uma espécie de marginal do tipo José Rainha daqueles tempos e que pertencia à liga camponesa Sapé no estado da Paraíba. Era o ano de 1964 e o projeto teve que ser rapidamente abortado devido ao contragolpe militar. (Sim, contragolpe, para quem não sabe, quem iria dar o golpe eram os comunistas treinados em Cuba, mas felizmente foram derrotados brilhantemente pelas forças militares de nosso Exército). No entanto, Coutinho retornou ao projeto dezessete anos depois para concluir o documentário. Coutinho foi um dos pioneiros a filmar a glamourização de um bandoleiro do campo.

Coutinho continuou a sua panfletagem barata para militantes esquerdistas filmando “Peões” e “Entreatos”, documentários que jogam luzes e glorificam as badernas e arruaças de líderes sindicais do ABC paulista, entre os quais se destaca o senhor Luis Inácio Lula da Silva. Filmou “Edifício Master”, no qual entrevista trinta e sete residentes pobres desse edifício cuja intenção foi mostrar um lado tosco carioca totalmente desproporcional à realidade. Além disso, trata-se de um filme absolutamente depressivo, modorrento e cansativo. Cineasta engajado adora filmar pobreza e miséria e depois reclama que ninguém assiste seus tratados flagelosóficos.

E qual foi a contribuição real de Eduardo Coutinho no cenário da sétima arte no Brasil? Nenhuma. Sua filmografia foi sempre pautada pela arte engajada e panfletagem política ideológica esquerdista tal e qual seus comparsas do movimento Cinema Novo. Como intelectual orgânico sob as batutas de Gramsci cumpriu vermelhantemente o seu papel. Deixou como legado uma filmografia recomendada apenas para militantes de esquerda, estudantes de ciências sociais e demais inocentes úteis em prol de uma causa inútil.

sábado, 25 de janeiro de 2014

A Bossa Nova no seu devido lugar

Incrível, mas esse dia existe. Todo 25 de Janeiro é comemorado o dia nacional da bossa nova.  Está na lei! Poucas pessoas sabem disso, mas a lei é a de nº. 11926 de 2009, sancionada pelo Sr. Luis Inácio Lula da Silva. Fala sério, ninguém merece! Fosse um movimento musical consolidado e ainda em atividade até mereceria esse tipo de homenagem, mas o movimento foi vítima de total abandono pelos seus próprios criadores no apagar das luzes da década de sessenta.

Infelizmente, o Brasil é um país aonde tudo é descartável e de maneira bem rápida, sobretudo os principais movimentos culturais. Mesmo que tenham força e sejam de altíssima qualidade. Todos têm vida curta e não duram sequer uma década. Quando surge um novo movimento cultural, como por exemplo, na esfera músical, todos acreditam que tal movimento surgiu para substituir o que estava na onda. Somente no Brasil isso acontece.

O Jazz e o Blues nos Estados Unidos atravessaram o século XX e continuam a pleno vapor. Não foram ofuscados pelo Rock, pelo Funk (Funk neste caso é o legítimo, criado por James Brown e não esse lixo carioca que chamam de funk e também conhecido como pancadão) pela Música Eletrônica, pela Soul Music ou outro gênero qualquer. Em outros países os movimentos e estilos musicais são praticamente eternos, resistem aos modismos do momento e se reinventam de acordo com a criatividade de cada artista.

Eu divido a Bossa Nova em três fases ascendentes:

Primeira Fase: A do banquinho e violão no final da década de cinquenta. Muitíssimo chata, com músicas cantadas por péssimos interpretes e que cantavam sussurrando com voz pastosa e pareciam que estavam embriagados. Vai ver estavam mesmo. Sim, falo de João Gilberto e Tom Jobim, sem desmerecer logicamente o trabalho deles como grandes compositores consagrados mundialmente. Mas que cantavam mal, cantavam mesmo. É de dar engulhos.

Segunda Fase: A fase instrumental, quando geniais e competentes maestros colocaram seus dedos mágicos nos arranjos como, por exemplo, Luiz Eça, Eumir Deodato, Luiz Carlos Vinhas, César Camargo Mariano, J.T. Meirelles, Cido Bianchi entre outros. Foi o apogeu do gênero. O disco “Love, Strings and Jobim: The Eloquence of Antonio Carlos Jobim”, de 1966, embora pouco conhecido é uma obra prima que representa essa fase áurea.

Terceira Fase: A última fase e que continuou instrumental, só que dessa vez foram os maestros internacionais que abraçaram o gênero e colocaram suas batutas para trabalhar. É o caso de Nelson Riddle, Norrie Paramor, Claus Ogerman e muitos outros. Dessa fase também foi editado um dos melhores discos instrumentais de bossa nova, “Wave”, de Tom Jobim, de 1967, arranjado pelo maestro Claus Orgeman.  Em 1970, Jobim ainda gravaria outra obra prima instrumental, “Tide”, com arranjo de Eumir Deodato. No mesmo ano, Jobim gravaStone Flower” , já não tão bom quanto o anterior e que praticamente encerra a fase instrumental e a própria bossa nova.


Depois disso, Jobim desceu o rio pelas águas de março contando paus, pedras e restos de tocos não tendo nada mais a ver com o movimento Bossa Nova.  Podemos considerar isso uma traição ao gênero o qual Jobim foi figura chave na sua criação. Os músicos envolvidos com a bossa nova jogaram a toalha e partiram para outros estilos. Pode ser que o bicho papão da Tropicália( que durou menos que o som de um peido)  acabou assustando esses músicos.  Durante a década de setenta ninguém mais fala e nem se lembra de bossa nova.

Vez ou outra algum músico da MPB (Música para Bobalhões), resgata o gênero na sua pior forma, a do banquinho e o violão. Mas quem agüenta isso? Na verdade, a bossa nova tem hoje uma fama mundial exponencialmente desproporcional ao que realmente foi como movimento musical no Brasil, sem naturalmente negar a sua importância de ser um gênero musical de alta qualidade a partir da segunda fase instrumental. Além disso, não era música engajada politicamente e isso também conta como ponto positivo.

Atualmente, músicos de Nu-Jazz da Alemanha, Itália, Japão, Finlândia entre outros países, debruçam sobre a bossa nova e a utilizam magistralmente como base para suas músicas eletrônicas. Arrisco a dizer que alguns até fazem melhor do que os próprios criadores do gênero. Por isso, nesta data não há que se comemorar a bossa nova, mas muito o que lamentar que seus criadores a deixaram a deriva nas águas de março fechando um verão. Era o fim do caminho.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Reabertura do Cine Belas Artes com dinheiro do contribuinte

Péssima notícia para o cinema paulistano nesse início de ano. Refiro-me à infeliz reabertura do Cine Belas Artes por conta e iniciativa da Caixa Econômica Federal. Traduzindo: Com dinheiro do nosso bolso. Só que ninguém me consultou se eu gostaria que esse elefante branco fosse reaberto. Naturalmente que a minha resposta e também da maioria das pessoas que têm um mínimo de juízo seria um sonoro NÃO! Fosse uma iniciativa de empresas privadas vá lá, mas o governo patrocinando cultura não dá!

Os intelectualóides de plantão (leia-se esquerdistas empedernidos) soltaram rojões vermelhos e verdes (verde para quem não sabe é nova cor do comunismo) soltando declarações como esta: “vamos voltar com o mesmo astral, no mesmo ambiente e fazendo um cinema de arte bacana”. Perceberam a profundidade da frase? Fazendo uma livre tradução “cinema de arte bacana” pode significar cinema nacional cabeça. Eu diria cabeça de bagre.


O público cinéfilo terá que engolir os enfadonhos tratados marxistas do escroque Glauber Rocha, um desfile de cineastas brazucas (que fazem o maldito cinema autoral) de quinta categoria com seus chatérrimos filmes sobre perseguição política, ditadura militar e glamurização de marginais, terroristas, maconheiros, favelas, tudo isso e mais um pouco justificado com o título de estética da fome e do feio. 


Estudantes de ciências sociais vestindo camisetas do pária Che Guevara (mas portando seus Iphones, tablets e tênis importados) serão assíduos freqüentadores, além de feministas descoladas, a turma GLBT e hipongas com prazo de validade vencido. Até a turma do rolezinho deve aparecer por lá.


Por que a Caixa Econômica Federal ao invés de patrocinar esse elefante branco que servirá de panfletagem política petista não investe na estrutura básica da polícia militar? Assuntos de foro cultural não devem ser da alçada do governo. Cabe ao governo zelar e investir mais na segurança das pessoas para terem seu direito constitucional garantido de ir e vir sem as ameaças dessa plebe rude de arruaceiros, bandidos, vagabundos, incendiários e baderneiros que fecham ruas e invadem shoppings centers. Então? Cine Belas Artes ou arruaceiros na cadeia? Eu fico com a segunda opção.


quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Arte engajada aqui é na martelada

Já há alguns anos, os principais cadernos culturais do Brasil foram dominados pelas críticas e resenhas da arte dita “engajada”. Numa rápida explanação, arte engajada é aquela que está a serviço de uma ideologia política (no caso ideologia esquerdista). Os artistas assumem um papel de agente de transformação social (argh!!!) e utilizam de suas duvidosas artes na intenção e ilusão de transformar as pessoas e o mundo. Assim sendo, distanciam-se anos luz do que realmente seja o real valor do papel da Arte em nosso meio e no mais das vezes, nem se dão conta que estão sendo usados como bucha de canhão para produzir  panfletagem política rasteira.

Além dos cadernos e suplementos culturais, na blogsfera não poderia ser diferente, ocorre o mesmo fenômeno. No terreno movediço das Belas Artes (diga-se de passagem, um meio dominado por uma máfia gay) o que encontramos é puro marxismo cultural promovendo lixo e artistas medíocres de egos inflados expondo suas pretensas produções artísticas de quinta categoria em nome do vanguardismo, termo perigosíssimo freqüentado por oportunistas de plantão. Atualmente, o vanguardismo é literalmente um bota fora de excrementos e escatologia que os pretensos artistas julgam ser Arte. E o pior, na maioria dos casos são subsidiados pelo Estado.

Não se fala mais sobre arte figurativa, nem uma palavra sobre a riquíssima arte sacra. O bom cinema de entretenimento perdeu espaço para o raso cinema de ativismo político e glamourização da bandidagem; a boa poesia perdeu espaço para as asneiras experimentais sem eira nem beira de acéfalos queridinhos dos críticos de momento. Música, Cinema, Artes Plásticas e o Teatro estão cobertos pela bandeira vermelha da foice e do martelo.

Isso tudo não quer dizer que a arte contemporânea e mesmo nos movimento de vanguarda não exista arte decente e que preste. Mas é claro que existe, contudo, desde que vacinadas e refratárias à bandeiras esquerdistas. A produção artística contemporânea cumpre o seu papel de transportar o belo em suas diversas vertentes quando talhadas com o fino bom gosto e senso estético apurado.

A função deste blog é mostrar aos leitores e apreciadores da boa arte o que é verdadeiramente belo e desmistificar ícones incensados pelo mau gosto. As pessoas naturalmente tendem a buscar a Beleza através da Arte. Estética da fome e do feio são simplesmente termos contraditórios. Neste espaço, o bom gosto e Beleza são bem vindos; já, arte engajada, aqui provará de seu próprio veneno, a martelada.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Política de Privacidade

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    Fornecemos informações pessoais a nossas afiliadas ou outras empresas ou pessoas confiáveis para processá-las para nós, com base em nossas instruções e em conformidade com nossa Política de Privacidade e quaisquer outras medidas de segurança e de confidencialidade adequadas.
  • Por motivos legais
    Compartilharemos informações pessoais com empresas, organizações ou indivíduos externos ao Google se acreditarmos, de boa-fé, que o acesso, uso, conservação ou divulgação das informações seja razoavelmente necessário para:
    • cumprir qualquer legislação, regulamentação, processo legal ou solicitação governamental aplicável.
    • cumprir Termos de Serviço aplicáveis, inclusive investigação de possíveis violações.
    • detectar, impedir ou abordar de alguma outra forma fraude, questões técnicas ou de segurança.
    • proteger contra dano aos direitos, a propriedade ou a segurança do Google, nossos usuários ou o público, conforme solicitado ou permitido por lei.
Podemos compartilhar informações de identificação não pessoais agregadas publicamente e com nossos parceiros – como sites de editores, anunciantes ou sites relacionados. Por exemplo, podemos compartilhar informações publicamente para mostrar tendências sobre o uso geral de nossos serviços.
Se o Google estiver envolvido em uma fusão, aquisição ou venda de ativos, continuaremos a garantir a confidencialidade de qualquer informação pessoal e avisaremos os usuários afetados antes que as informações pessoais sejam transferidas ou sejam submetidas a uma política de privacidade diferente.

Segurança das informações

Trabalhamos com afinco para proteger o Google e nossos usuários de acesso não autorizado ou alteração, divulgação ou destruição não autorizada das informações que detemos. Especificamente:
  • Criptografamos muitos de nossos serviços usando SSL.
  • Oferecemos a você uma verificação em duas etapas quando você acessa sua Conta do Google e um Recurso de Navegação segurano Google Chrome.
  • Analisamos nossa coleta de informações, práticas de armazenamento e processamento, inclusive medidas de segurança física, para proteção contra acesso não autorizado aos sistemas.
  • Restringimos o acesso a informações pessoais por parte de empregados, contratados e representantes do Google que necessitam saber essas informações para processá-las para nós, e que estão sujeitos a rigorosas obrigações contratuais de confidencialidade, podendo ser processados ou dispensados se deixarem de cumprir tais obrigações.

Aplicativo

Nossa Política de Privacidade se aplica a todos os serviços oferecidos pelo Google Inc. e suas afiliadas, inclusive serviços oferecidos em outros locais (como nossos serviços de anúncio), mas exclui serviços que têm políticas de privacidade separadas que não incorporam esta Política de Privacidade.
Nossa Política de Privacidade não se aplica a serviços oferecidos por outras empresas ou indivíduos, inclusive produtos ou sites que podem ser exibidos a você nos resultados de pesquisa, sites que podem incluir serviços do Google, ou outros sites com links de nossos serviços. Nossa Política de Privacidade não abrange as práticas de informação de outras empresas e organizações que anunciam nossos serviços e que podem usar cookies, pixels tags e outras tecnologias para oferecer anúncios relevantes.

Execução

Revisamos regularmente nosso cumprimento com a Política de Privacidade. Aderimos também a várias estruturas auto-reguladoras. Quando recebemos reclamações formais por escrito, entramos em contato com o autor da reclamação para acompanhamento. Trabalhamos com autoridades reguladoras apropriadas, inclusive autoridades locais de proteção de dados para resolver quaisquer reclamações referentes à transferência de dados pessoais que não podemos resolver diretamente com nossos usuários.

Alterações

Nossa Política de Privacidade pode ser alterada de tempos em tempos. Nós não reduziremos seus direitos nesta Política de Privacidade sem seu consentimento explícito. Publicaremos quaisquer alterações da política de privacidade nesta página e, se as alterações forem significativas, forneceremos um aviso com mais destaque(incluindo, para alguns serviços, notificação por e-mail das alterações da política de privacidade). Também manteremos as versões anteriores desta Política de Privacidade arquivadas para você visualizá-las.

Práticas específicas de produto

Os seguintes avisos explicam as práticas de privacidade específicas em relação a determinados produtos e serviços do Google que você pode usar: